Remédios podem ter aumento de até 5,85%

Reajustes foram determinados pelo governo de acordo com grupos de medicamentos Os medicamentos poderão aumentar até 5,85% a partir do

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Reajustes foram determinados pelo governo de acordo com grupos de medicamentos

Os medicamentos poderão aumentar até 5,85% a partir do próximo dia 31, segundo resolução publicada ontem no “Diário Oficial da União”.

A autorização para o reajuste veio da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que determinou os percentuais de alteração nos preços de acordo com a classificação da droga.

Para isso, foram criadas três categorias, baseadas no volume comercializado no último ano e, principalmente, no número de genéricos existentes para a mesma fórmula no mercado. Quanto maior a concorrência, maior o reajuste autorizado.

O nível 1 engloba aqueles em que a participação dos genéricos é igual ou superior a 20% do faturamento total. É o caso, por exemplo, dos remédios para diabetes, anti-inflamatórios e pílulas de combate à hipertensão.

Esses medicamentos representam quase 50% das drogas comercializadas hoje no Brasil e o consumidor pode ter de pagar até 5,85% a mais por eles no próximo mês.

Já o nível 2, engloba os remédios em que a participação dos genéricos vai de 15% a 20%. Eles representam apenas 2% do que está disponível no mercado e podem ter aumentos de até 2,80%. É o caso dos antissépticos.

No nível 3, categoria com participação de genéricos abaixo de 15%, as empresas deverão reduzir os preços em 0,25%. Esta é a primeira vez desde 2003, quando o governo começou a regular os aumentos, que o percentual é negativo. Mesmo assim, como a variação é muito pequena, a diferença nos valores não deve ser perceptível.

São mais de 8.800 produtos nesta lista, 48% do total das drogas comercializadas. Fazem parte os famosos Buscopan, Tandrilax e Dorflex.

Para o Ministério da Saúde, as alterações são positivas, uma vez que grande parte dos preços devem ser mantidos. O Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo), crê que a medida penaliza as empresas.

“Nossa preocupação é a longo prazo. Os custos estão maiores”, diz o presidente do sindicato, Nelson Mussolini.

Fonte: Folha de S. Paulo

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