SINDHOSP marca presença no 19º Congresso da Anad

Evento multidisciplinar debateu o diabetes

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Para levar os avanços para a prática diária no tratamento do diabetes e discutir com os gestores do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais e municipais de Saúde a política sobre a doença no Brasil, a Associação Nacional de Assistência aos Diabéticos (Anad) realizou, de 24 a 27 de julho, o 19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes. O diretor do SINDHOSP e da FEHOESP, Luiz Fernando Ferrari Neto, participou, na manhã da última sexta-feira (25), da solenidade oficial de abertura do evento, em que estiveram presentes representantes de várias entidades do setor e o presidente da Internacional Diabetes Federation (IDF), Michael Hirst.
 
O congresso foi realizado na Universidade Paulista (Unip), na capital paulista, e contou com 44 simpósios, mais de 200 palestras ministradas por 300 especialistas para mais de 2 mil congressistas, que tiveram a oportunidade de discutir vários temas voltados para a educação, atualização e reciclagem sobre a doença. Paralelamente ao evento, foi realizada a 19ª Exposição Nacional de Produtos e Alimentos para Portadores de Diabetes, com a participação dos laboratórios farmacêuticos, que apresentaram lançamentos, insumos, produtos correlatos e indústria de alimentos diet.
 
O diabetes é uma das epidemias destas últimas décadas e como tal reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização das Nações Unidas (ONU) e IDF como uma doença com grande incidência e prevalência populacional, que tem despertado muito interesse da comunidade científica. É a segunda maior doença em pesquisas que produz novos conhecimentos e revolucionários medicamentos e está em constante estudo pela melhoria de seu tratamento. 
 
Para o presidente da Anad, Fadlo Fraige Filho, que presidiu a cerimônia de abertura do congresso, a importância da atualização e reciclagem dos profissionais é fundamental, pois 75% dos pacientes com diabetes são tratados por não especialistas e dependem unicamente do Sistema Público de Saúde (SUS), onde o tratamento inadequado leva a uma maior incidência das graves complicações da doença, além do desconhecimento dos que não sabem ter a doença e falta de conscientização dos que sabem. “Engajar-se nesta luta pela melhoria da assistência aos portadores do diabetes no Brasil, ressaltando a importância do seu tratamento, é a única maneira rápida e eficiente de alertar sobre o grande perigo que a doença representa para todas as nações e, principalmente, em países em desenvolvimento como o Brasil”, afirmou.
 

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